Veículos Cooperativos, Conectados e Automatizados

PPS 4

Eixo do Projeto:

Veículos Cooperativos, Conectados e Automatizados

Projeto: AutoCluster for the Future (PAC)

No contexto veículo do futuro, a conetividade e comunicação assumem um papel central. Esta temática será abordada na PPS4 Veículos cooperativos, conectados e automatizados. Como demonstrador dos produtos, algumas das soluções desenvolvidas serão integradas igualmente na plataforma do PPS1.

A PPS 4 está estruturada nos seguintes domínios:
1- Criação de soluções técnicas para o desenvolvimento de níveis de automação;

2- Sensorização para situações safety-critical;


3- Comunicação cooperativa entre agentes da Estrada.
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Criação de Soluções Técnicas para o Desenvolvimento de Níveis de Automação

Um veículo automatizado é um veiculo mais eficiente, mais seguro e vocacionado para permitir que o agente de condução possa concentrar-se em outras atividades ou mesmo deixar de ter essas funções. Tendo em conta o grau de intervenção do agente de condução no veículo ter-se-ão carros menos ou mais autónomos. A Society of Automotive Engineers (SAE) definiu 5 patamares
de condução autónoma que vão deste o nível 0 onde não há qualquer automação até a um nível 5 onde o veículo é completamente autónomo. Os fabricantes de equipamento original (OEM) Portugueses com capacidade de desenvolvimento próprio de veículos precisam evoluir os seus produtos para esta nova tendência.
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Sensorização para Situações Safety-Critical

Um sistema “safety-critial” compreende todo um conjunto de componentes: hardware, software e fatores humanos e é necessário para executar uma ou mais funções de segurança, em que a falha causaria um aumento significativo no risco de segurança das pessoas e / ou do ambiente envolvido.

Os sistemas relacionados com a segurança são aqueles que não têm total responsabilidade pelo controle de riscos, como perda de vida, ferimentos graves ou danos ambientais graves. Numa realidade de um veículo do futuro é necessário sensorizar para definir a perceção interior e exterior do veículo para que as decisões (mais ou menos autónomas) possam ser tomadas de uma forma segura e que não comprometa a vida humana ou o ambiente.

O desenvolvimento de veículos modernos inclui cada vez mais a aplicação de sofisticados componentes electrónicos, mais especificamente tecnologias como: travagem automática de emergência (AEB), controlo adaptativo de velocidade (ACC), aviso de colisão frontal e traseira (FCW, RCW), assistência de mudança de faixa (LDA), entre muitos outros.

Estimulados pelo Programa de Avaliação de Novos Veículos (NCAP), os construtores de veículos automóveis (OEMs) os veículos com vários sensores que permitem esse tipo de aplicações relacionadas à segurança e, portanto, as soluções de sensores implementadas devem ser altamente precisas. Este requisito introduz a necessidade de especificações muito rigorosas para a detecção e classificação de objetos que devem ser ultra confiáveis: operáveis em qualquer condição climática, com pouca iluminação, próximas ou distantes e com um amplo campo de visão.
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Comunicação Cooperativa entre Agentes da Estrada:

Connected and autonomous vehicles (CAVs) and Vulnerable Road Users (VRUs)

Desenvolver e testar mecanismos que assegurem a segurança na co-existência entre CAVs e VRUs (como pessoas, modos suaves ou obstáculos como animais na via). A operação silenciosa de CAVs eletrificados, a cada vez maior imersão (música ou smartphones) das pessoas quando caminham nos passeios ou nas vias ou o crescente nível de automação dos veículos, criam novos desafios que 
devem ser endereçados pelos fabricantes de veículos com níveis de automação. Este racional torna-se ainda mais relevante quando falámos em veículos pesados de passageiros que operam em meio urbano e que têm uma dinâmica/performance de travagem ou evasão menos ágil.
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Matosinhos

Ed. CEiiA 
Av. D. Afonso Henriques
1825, 4450-017 Matosinho
Co-Financiado:
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